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A "PEDRA DE TROPEÇO"

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VOCÊ SABIA QUE A "PEDRA DE TROPEÇO" NA VERDADE FOI UM ERRO DE CÁLCULO DOS CONSTRUTORES? O SEGREDO ARQUITETÔNICO QUE DEFINE SEU DESTINO... Na linguagem diária, uma “pedra de tropeço” é qualquer obstáculo irritante que nos faz falhar. Mas na Jerusalém do Segundo Templo, onde se erguiam muros colossais com pedras de até 500 toneladas, esta frase não era uma metáfora: era um técnico de construção. O PALCO: A PEDREIRA E O EDIFICADOR Para entender este conceito, devemos olhar para o trabalho do πρωτομάστορας (grego: protomástoras) ou o בונה אמן  (hebraico : bona aman) que quer dizer; "o mestre construtor." Quando uma estrutura importante era construída, os pedreiras cortavam blocos de calcário segundo as medidas padrão. No entanto, de vez em quando, aparecia uma pedra que não se encaixava. Tinha uma forma estranha, ângulos raros ou tamanho que não seguia o padrão das paredes laterais. Os edificadores, procurando eficiência e uniformidade, olhavam para ela e diziam: ...

A CHAMADA "TEORIA DA CADEIRA".

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  A CHAMADA "TEORIA DA CADEIRA". Não fala de amor, amizade ou parceria de forma romântica. Ela fala de **comportamento**. A ideia é simples: algumas pessoas não entram na sua vida para construir algo com você. Elas entram apenas para **ocupar um lugar**. Enquanto a cadeira está disponível, confortável e útil, elas permanecem sentadas. Quando surge algo melhor, levantam sem culpa, sem explicação e sem olhar para trás.   Segundo essa teoria, o erro mais comum não é a pessoa ir embora. O erro está em **confundir ocupação com vínculo**. Quem ocupa um lugar não cria raiz. Não sustenta conflitos, não atravessa fases difíceis e não permanece quando a relação deixa de ser conveniente. Está ali apenas enquanto tudo é fácil.  A teoria da cadeira se aplica a relacionamentos amorosos, amizades, trabalho e até relações familiares. Sempre que alguém só está presente enquanto recebe algo, enquanto é confortável ou enquanto não precisa se comprometer emocionalmente, não há relação r...

Jesus e a Serpente no Deserto.( Razão, ação,efeitos e resultados)

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 Em setembro de 1957, um dos herpetólogos mais respeitados da América, o Dr. Karl Patterson Schmidt, enfrentou um momento que definiria seu legado, não pelo que descobriu, mas por como respondeu. Schmidt recebeu uma cobra que não tinha certeza absoluta de como identificar. Ela se parecia com uma boomslang, uma espécie conhecida na África por seu veneno extremamente potente, mas um pequeno detalhe anatômico o deixou em dúvida. Confiante por décadas de experiência, ele manuseou a cobra como havia feito milhares de vezes antes. Em uma fração de segundo, ela atacou. Duas presas perfuraram seu polegar, um momento tão rápido que nem mesmo um especialista renomado mundialmente conseguiu evitar. Mas o que aconteceu a seguir é o motivo pelo qual sua história ainda é contada hoje. Em vez de correr para um hospital, Schmidt escolheu o caminho de um cientista. Ele calmamente começou a documentar os efeitos da picada em si mesmo, registrando os sintomas hora a hora com precisão notável. Dor, ná...

Os Batistas e Seu Modelo Administrativo

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O "chamado" de Cristo Jesus para minha conversão,segundo  a Epístola de Judas versc. 1;deu-se numa reunião na Sexta Igreja Presbiteriana de Sorocaba ( S.P).Sou eternamente grato ao meu colega de trabalho Jonas Araújo,hoje Reverendo presbiteriano,que foi quem me convidou para esse dia memorável da minha vida!Entretanto;minha mãe, converteu-se no contexto Batista. Percebi que seria bom acompanhá-la nas reuniões da Igreja Batista Independente da Rua Sergipe. Isso foi pelos idos de 1981. A igreja Batista Independente de Sorocaba foi fundada por missionários Suecos,os quais  implantaram e desenvolveram o Modelo Congregacional de Governo Eclesiástico. Confesso que, não encontro até os dias de hoje uma forma mais sóbria,justa e neotestamentaria de administração do governo da Igreja.  Dias atrás, convoquei a Comunidade para uma reflexão e ressignificação desse modelo. Confesso que para uma expressão significante dos irmãos, era algo inédito. Estamos como Igreja Local entendendo d...

O Novo Testamento e a Escravidão

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  Sempre que ouvimos a palavra “escravidão”, a nossa mente, quase automaticamente, associa o termo à escravatura racial praticada pelos europeus contra os africanos entre os séculos XVI e XIX. Essa associação é compreensível, pois esse sistema marcou profundamente a história da África e das Américas. No entanto, quando lemos textos bíblicos como Efésios 6:5–9 e Colossenses 3:22 sem fazer a devida distinção histórica, corremos o risco de interpretar Paulo de forma equivocada, projetando sobre o mundo bíblico uma realidade que não corresponde ao seu contexto original. No Império Romano do século I, a escravidão não era baseada na raça, mas fazia parte de um sistema econômico e social complexo. Pessoas tornavam-se escravas por diversos motivos: captura em guerras, dívidas impagáveis, nascimento ou até por decisão própria. Em muitos casos, indivíduos se entregavam voluntariamente à escravidão como forma de sobrevivência, buscando proteção, alimentação, abrigo e estabilidade econômica d...

O DISCÍPULO O SEGREDO DO PÓ

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  VOCÊ SABIA O QUE SIGNIFICA REALMENTE "SEGUIR" O MESTRE? O SEGREDO DO PÓ QUE PODE MUDAR SUA MANEIRA DE ACREDITAR. Quando ouvimos a frase “Siga Jesus”, costumamos imaginar um conceito romântico, uma decisão interna ou um sentimento no coração. Mas na Judeia do século I, ser discípulo não era uma questão de sentimentos. Era uma questão de proximidade física, suor e terra. Existe uma antiga bênção judaica, preservada na Mishná (Pirkei Avot 1:4), que captura a essência da verdadeira devoção: "Que sua casa seja um lugar de encontro para os sábios, e que você se cubra com o pó dos seus pés, e beba com sede suas palavras". À olho nu, parece uma metáfora poética. Mas para um judeu da época de Yeshua, era uma instrução literal e rigorosa. O CAMINHO DO DISCÍPULO (TALMID) Em hebraico, a palavra para discípulo é: Talmide Um talmide não é apenas um aluno que aprende dados. É alguém que quer se tornar uma cópia exata do seu mestre. Naqueles tempos, os caminhos de Israel eram ári...

Descritivo ou Prescritivo... Como interpretar uma passagem bíblica?

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  “E o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia” (Atos 16.14). A citação referente a Lídia é fundamental para abrir este estudo, pois ela estabelece o princípio hermenêutico que deve governar toda leitura bíblica responsável: é Deus quem ilumina o entendimento, não ideologias, ressentimentos culturais ou leituras militantes do texto sagrado. Sem essa abertura divina, episódios difíceis das Escrituras são facilmente distorcidos, instrumentalizados ou usados como arma contra a própria fé cristã. O episódio envolvendo Ló e suas duas filhas, narrado em Gênesis 19.30–38, jamais pode ser lido como aprovação divina do incesto, nem como incentivo moral, nem como norma religiosa. Trata-se de uma narrativa descritiva, não prescritiva. A Bíblia não romantiza o pecado, nem o suaviza; ela o expõe para revelar a profundidade da queda humana e, simultaneamente, a soberania e misericórdia de Deus que atuam apesar da corrupção humana. A tentativa de acusar as Escrituras de ...