Contentamento: Nossa maior riqueza!
Na vida financeira, identifoco-me extremamente, no quesito "estilo de vida"com o apóstolo Paulo.
Mas é grande ganho a piedade com contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. 1 Timóteo 6:6-8
Na questão da aquisição dos bens materiais procuro viver um estilo de vida semelhante ao dele.
Por vezes luto,porque quando olho para as conquistas alheias,confesso que um ponto de questionamento parece querer me seduzir a pensar que perdi muito dos bens materiais em detrimento desse estilo de vida que decidi ter. Entretanto; não permito minha alma alimentar esses pensamentos. Volto meu olhar para Jesus e tudo o que ele significa como satisfação, então,sossego minha alma e me satisfaço Nele.
Deixo um testemunho que penso ser muito "rico" para nosso entendimento sobre a aquisição e satisfacao nos bens materiais:
"Ele tinha tudo.
Casa, terra, cavalos, dinheiro — muito dinheiro.
Aos 29 anos, Millard Fuller era o retrato perfeito do “sonho americano”. Um império construído do zero, negócio após negócio, cada ideia transformada em lucro.
E, ainda assim… faltava tudo o que não se compra
A mesa de jantar era silenciosa.
A casa, grande demais para quem a habitava sozinho.
A vida… sempre adiada para depois do próximo sucesso.
Até que, um dia, ele chegou a casa — e encontrou apenas um bilhete.
Sua esposa, Linda Fuller, tinha partido. Não por falta de amor, mas por falta de presença. Precisava de tempo para decidir se ainda havia um casamento para salvar.
Foi ali que tudo parou.
O homem que nunca parava… parou.
Ele foi atrás dela. Encontraram-se num táxi, no meio do caos de Nova Iorque. E, naquele espaço apertado, cercados por estranhos, ele fez a única pergunta que realmente importava:
"O que é preciso para nos salvar?”
A resposta não foi suave.
O dinheiro não era solução. Era muro.
A ambição não era caminho. Era fuga.
Ele tinha construído um império… e perdido a própria vida dentro dele.
E então tomaram uma decisão que desafiava toda lógica.
Iam vender tudo.
A casa.
A terra.
Os carros.
Os negócios.
E cada centavo — milhões — seria doado.
Não por obrigação.
Mas por escolha.
Decidiram ficar pobres… para se tornarem inteiros.
Mudaram-se para uma pequena comunidade na Geórgia, onde conheceram Clarence Jordan. Foi ele quem lhes mostrou uma realidade que o sistema ignorava: famílias trabalhadoras, dignas… vivendo sem chão, sem água, sem qualquer acesso a crédito.
Não precisavam de caridade.
Precisavam de oportunidade.
E foi ali que nasceu uma ideia simples — e revolucionária:
Construir casas, sem lucro, sem juros.
Famílias ajudando a construir as suas… e as dos outros.
Pagamentos pequenos, reinvestidos para ajudar mais alguém.
Não era assistência.
Era dignidade compartilhada.
O começo foi duro.
Rejeição. Racismo. Falta de recursos.
Mas eles continuaram.
Uma casa.
Depois outra.
Depois outra.
Em 1976, deram um nome ao que já era um movimento: Habitat for Humanity.
O homem que antes vendia produtos passou a vender uma ideia:
Ninguém deveria viver sem um teto digno.
E o mundo, aos poucos, ouviu.
Quando Jimmy Carter apareceu num canteiro de obras com botas de trabalho, as câmeras seguiram. E, finalmente, o que começou num táxi ganhou dimensão global.
Hoje, milhões de famílias dormem sob tetos seguros.
Não por caridade.
Mas porque alguém decidiu que sucesso não é o que você acumula…
É o que você transforma.
Millard Fuller morreu em 2009. Não reconstruiu sua fortuna. Não quis.
Porque já tinha construído algo maior que dinheiro:
Um legado.
E, no fim, essa é a única riqueza que permanece."
Mas é grande ganho a piedade com contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. 1 Timóteo 6:6-8
Bonani

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