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Aos Candidatos ao Pastorado!

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"Muitas vezes, o desafio de ser pastor é de ter no dom do Evangelho a Graça de poder adentrar no universo das pessoas em períodos de extrema crise e penetrar com elas nos tumultuosos conflitos emocionais e espirituais, para assim compreender o sentido e a direção dos impulsos de suas vidas e conduzi-las  aos pastos verdejantes!" Quem deseja ser pastor mas não está disposto a se sujeitar a esse dom,recomendo que nem se quer se candidate ao pastorado! Bonani

Salmos 63:3: Graça ou Religião?

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"As crenças basicamente se originam de duas fontes: a busca pelo sobrenatural e transcendente e a busca de auxílio na luta pela vida." "Considero, por minha própria experiência que tais questões acima expostas, na ciência,encontrarão melhores respostas e métodos!"  "Entretanto:  A proposta do Evangelho não se assenta em tais necessidades, pois, essencialmente é de outra natureza e buscas!  O salmista entendeu antes mesmo de Cristo essa realidade!" ...a tua Graça é melhor do que a vida...Salmos 63:3 Bonani

"NÃO SIGO BÍBLIA. SIGO A PALAVRA!"

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Não sigo a Bíblia da religião abraãmica.  Abraão é servo de Jesus. Não sigo a Bíblia da religião mosaica.  Moisés é servo de Jesus. Não sigo a Bíblia de nenhum profeta.  Os profetas são discípulos de Jesus. Não sigo a Bíblia de nenhum apóstolo.  Os apóstolos são servos dependentes de Jesus. Não sigo a Bíblia de nenhum anjo.  Os anjos prestam louvor a Jesus. Não sigo nem a Bíblia de Jesus, pois Jesus é maior do que a Bíblia.  É a Bíblia que dá testemunho de Jesus como a Palavra Eterna. A Bíblia é um escrito que me dá testemunho Daquele que é maior do que ela! A Bíblia de Abraão tem de se sujeitar a Jesus! " Jesus respondeu: «Se eu glorifico a mim mesmo, minha glória não vale nada. Quem me glorifica é o meu Pai, aquele que vocês dizem que é o Pai de vocês.Vocês não o conhecem, mas eu o conheço. Se dissesse que não o conheço, eu seria mentiroso como vocês. Mas eu o conheço e guardo a palavra dele. Abraão, o pai de

JESUS E OS CARNAIS!

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JESUS E OS CARNAIS. Ora, se há um conceito de “carnalidade” expresso por Jesus, ele não aparece em relação a publicanos, meretrizes e pecadores, mas sim, diretamente vinculado aos religiosos de seus dias, e, entre esses, os mais “zelosos”: os fariseus e autoridades religiosas! Para Jesus o homem carnal é, sobretudo, o religioso presunçoso e arrogante. É ele, o dono da verdade, aquele a quem o Senhor chama de “hipócrita”. A maior carnalidade para Jesus é não se enxergar e, ainda assim, ser capaz de julgar o próximo. E pior: tentar “clona-lo”, fazendo-o, duas vezes pior do que nós! O dialogo de Jesus com Nicodemos também nos mostra o que, do ponto de vista do Senhor, é um homem carnal— nascido apenas da carne—, sofrendo da carnal presunção de se sentir e se perceber—auto-enganadamente, é claro!—, como um mestre, um ser formado, acabado, e, a quem, Ele, Jesus, disse ser necessário nascer de novo. O carnal não sabe que é carnal, afinal, ele se vê como um ser acima de tudo e

"PRIMEIRA DE JOÃO 2:20 E MINHA TEOLOGIA FORENSE!"

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Aqui é madrugada!  Acabei de assistir um programa sobre a vida com Deus.  Entretanto:  Desejo antes de dormir,  apenas deixar uma questão que me veio ao coração: Pens e nisso! Qual a possibilidade de pensarmos em uma leitura/revelação pessoal dos Evangelhos sem as estruturas dos mais variadas teologias, tradições, dogmas? Visto que diz a escritura: “E vós tendes a unção do Santo e sabeis tudo.”   1 João 2:20. O que significa ser portador desse conhecimento pedagógico do Espírito? A cultura grega, principalmente a aristotélica, desde que convencionou e condicionou o pensar ocidental, principalmente a teologia; escamoteou e condicionou  o homem à aprender, apreender, escrever e catalogar cientificamente seus achados, sua história e estórias, suas descobertas, feitos e outras e outras e outras narrativas e registros da existência e de certa forma também, formatou o pensar desse homem ocidental. Pensemos nisso: Existem pelo menos três categorias que convencio

"TRISTEZA NÃO É INFELICIDADE!"

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Esse é o mundo da relatividade. Somos assim, relativos, vivendo entre o sentimento de que somos eternos e a constatação da finitude do corpo, portadores da chama do bem e da sombra do mal, divididos entre o agora e o que foi, fixados no que será, ainda que tudo só aconteça no agora. Expostos aos opostos, habitados pela fé e pelo medo, casa de Deus e portadores de milhões de desejos, amantes que odeiam, caminhantes, buscadores, sedentos que se recusam a beber, perdidos que não querem voltar para casa. Sendo assim, até que ponto a felicidade é plena e existe realmente? Sim, a felicidade é plena. Sempre é. Ela ocupa todos os espaços, ainda que conviva com a relatividade, ainda que, nela, caiba pontuações de tristezas, de questionamentos, de dúvidas, de dor. Felicidade não é alienação. Não depende de acontecimentos, não se desvia dos confrontos naturais e presentes na relatividade de existir nesse tempo, nesse corpo, nessa vida. Estar alegre não é ser feliz.

"TEMPO DO MEU INEXISTENTE TEMPO"

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"O tempo escorre no obter de consciência Tornando o púbere, impúbere. o novo, velho. A esperança torna-se seca na fonte da vida. Inversamente proporcional ao tempo, que mastiga e cospe os que o esperam." Rafael Solera Segundo    pensador judeu Henri Bergson (1859-1941) , a real concepção de tempo é divergente da concepção do tempo científico – baseado na sucessão e passível de cálculos. Para Bergson, o tempo real não é uma grandeza física, quantitativa, que pode ser medida e representada conceitualmente, mas sim uma experiência qualitativa, íntima à vida humana e à consciência, ligada à multiplicidade de estados psicológicos e, portanto, não pode ser calculado linearmente como sucessão, tendo em vista que não há como calcular momentos temporais da experiência vivida. A noção bergsoniana de tempo está submetida a uma ideia de fluidez da experiência e sua pluralidade qualitativa, conhecida em sua filosofia como duração, e sua natureza não está ligada à natureza d