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Mostrando postagens de 2025

Espiritual ou Egolatra?

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"...A espiritualidade autêntica não se impõe. Não se coloca acima. Não precisa provar que sabe, nem ensinar quem não pediu para aprender. Cresce em silêncio, amadurece em presença, reconhece que ninguém caminha por dentro do outro. O verdadeiro caminho espiritual não acusa, não corrige, não culpa. Acompanha. Há quem confunda espiritualidade com iluminação pessoal. Fala de luz, mas lança sombra. Fala de cura, mas fere. Usa a fé como argumento de autoridade, como se tivesse descoberto a única forma válida de viver, de sentir ou de entender a dor. Mas quando a espiritualidade se transforma em certeza, deixa de ser espiritualidade. Passa a ser ego. Um ego sofisticado, vestido de boas intenções, mas ainda assim ego. A espiritualidade verdadeira não afasta a medicina, não despreza a ciência, e não transforma a doença numa falha interior. Sabe que o ser humano é corpo, alma, espírito, história, genética, circunstância e mistério.  Há sofrimentos que não se explicam, nem se resolvem com f...

Minha Metáfora do Sniper

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  Atingi a época dos 60. Penso que a essa altura: sou comparável a um atirador de elite (sniper) que, após anos de treino e missões, alcança o auge da sua perícia. A metáfora reside na precisão, sabedoria e foco que se adquiri com a experiência de vida. Vejamos: 1. A Paciência e a Observação (Experiência Acumulada) Um atirador de elite passa longos períodos a observar e a planear antes de agir. Da mesma forma, aos 60 anos, a pessoa acumulou décadas de observação e vivência. Esta fase da vida permite uma análise mais aprofundada do mundo e das situações, sem a pressa ou a impulsividade da juventude. 2. O Foco e a Precisão (Discernimento) O sniper não desperdiça balas. Cada tiro é calculado para ser decisivo. Aos 60 anos, com sabedoria, aprende-se a focar no que realmente importa, a tomar decisões mais ponderadas e a evitar dispersões desnecessárias. A energia e o tempo, que antes podiam ser gastos em múltiplas direções, são agora direcionados com uma precisã...

...mesmo até o sacrifício total da minha vida!

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  Em 23 de novembro de 1927, o Padre Miguel Pro caminhou de sua cela até o pátio onde o pelotão de fuzilamento o aguardava — e onde um fotógrafo já estava a postos. As fotografias mostram um homem confiante e sereno, ajoelhado diante de seus executores, encarando-os sem venda nos olhos, perdoando-os, abençoando-os, segurando um rosário numa mão e um crucifixo na outra. Ele gritou: “Que Deus tenha misericórdia de vocês! Que Deus os abençoe! Senhor, Tu sabes que sou inocente! De todo o coração perdoo os meus inimigos!” Levantou-se, então, enfrentou o pelotão, abriu os braços como se estivesse na cruz e proclamou em alta voz: “¡Viva Cristo Rey!” Após os disparos, Padre Pro ainda respirava. Um dos soldados aproximou-se e deu-lhe o tiro de misericórdia a queima-roupa. Quando as fotos e a história foram publicadas no dia seguinte, o povo mexicano ficou profundamente comovido com o jovem mártir. A intenção do governo era usar aquelas imagens como advertência contra os Cristeros, mas o efe...

Phil Collins — O Acidental Gigante da Música

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Aos 19 anos, ele entrou no Genesis como baterista. Cinco anos depois, o vocalista saiu da banda. Eles testaram 400 substitutos. Então perceberam que a voz que procuravam estava ali o tempo inteiro — sentada atrás da bateria. O mundo nunca mais seria o mesmo. O Pequeno Kit de Bateria Chiswick, Londres. Natal de 1956. O pequeno Philip David Charles Collins, de cinco anos, desembrulhou um brinquedo que mudaria a história da música: um kit de bateria de brinquedo. Qualquer outra criança teria brincado por uma semana e esquecido. Phil não. Ele tocou junto com todas as músicas do rádio. Obsessivamente. Incansavelmente. Aos seis, ganhou um kit de verdade feito pelo tio. Aos dez, uma bateria completa. A mãe, June — agente teatral — tinha outros planos. Aos 13 anos, Phil interpretou o Artful Dodger no musical Oliver! no West End. Era brilhante. Natural. Carismático. Até apareceu como figurante em A Hard Day’s Night, dos Beatles. A mãe pensou: “Ele será ator.” O pai pensou: “Ele precisa de um em...

Origem da Água no Sistema Solar

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Quando olhamos para os oceanos, rios e até para a água que bebemos, é difícil imaginar que ela seja mais antiga do que o próprio Sol. Mas foi exatamente isso que uma série de estudos científicos descobriu: a água presente na Terra surgiu antes da formação do nosso sistema solar. A maior evidência vem da análise de isótopos de hidrogênio encontrados em cometas, meteoritos e nas águas da Terra. A composição desses elementos revela que parte da água do nosso planeta foi formada há pelo menos 4,6 bilhões de anos, quando o sistema solar ainda estava em nuvens interestelares frias e não havia Sol consolidado. Nesse estudo, cientistas descobriram que entre 30% e 50% da água terrestre é mais antiga que o Sol, e se formou em nuvens moleculares interestelares antes que o material se juntasse para formar nossa estrela. Outra pesquisa publicada na revista Nature (2020) analisou grãos de poeira preservados dentro de meteoritos primitivos. Eles carregam assinaturas químicas que só podem ser formadas...

Riqueza das Nações com o Preço da Escravatura

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Minha reflexão de hoje e que me ocupa o pensamento desde manhã é sobre As Riquezas das Nações. Por exemplo: Na nota de 1 Dólar Americano há a seguinte epígrafe:, "In God We Trust". É o lema nacional dos Estados Unidos. Há outros países também que se servem da invocação divina como lema de paz, justiça e igualdade. Países que citam Deus em suas Constituições País Ano da Constituição Texto/Referência a Deus Brasil 1988 “Sob a proteção de Deus” Alemanha 1949 “Consciente de sua responsabilidade diante de Deus e dos homens” Suíça 1999 “Em nome de Deus Todo-Poderoso” Irlanda 1937 “Em nome da Santíssima Trindade, da qual toda autoridade deriva” Grécia 1975 (rev.) “Em nome da Santíssima e Consubstancial e Indivisível Trindade” Polônia 1997 Reconhece “aqueles que acreditam em Deus como fonte de verdade, justiça, bem e beleza” Estados Unidos 1776 (Declaração de Independência) “Dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis” Argentina 1853 “Invocando a proteção de Deus, fonte de t...

Laços Verdadeiros: Um trabalho para Toda Vida!

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  Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também , se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará? E , se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.   Eclesiastes 4:9-12 “.. Criar laços verdadeiros com alguém é uma das experiências mais raras e ao mesmo tempo mais transformadoras da vida. Não se trata apenas de compartilhar momentos, risadas ou conversas soltas; é algo que ultrapassa a superfície, que vai além do que se mostra ao mundo e toca aquilo que existe de mais íntimo em nós. É quando duas almas, despidas de máscaras e armaduras, decidem se reconhecer na vulnerabilidade, na sinceridade e na entrega. Um laço verdadeiro não nasce da pressa. Ele é tecido aos poucos, como quem borda algo delicado com paciência e cuidado. Surge no...

Big Brother. Do vazio para o vazio

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  Há uma parte da população que passa horas a ver Big Brother como quem vigia um aquário: rostos presos numa rotina de nada, gestos repetidos, discussões vazias transformadas em espetáculo nacional. É uma escolha fácil, quase automática — uma fuga cómoda à exigência de pensar, sentir, questionar. Como se a vida alheia, reduzida a fragmentos de drama barato, pudesse preencher o vazio que cada um evita enfrentar dentro de si. E o que acrescenta isto a quem vê? Pouco mais do que uma sensação provisória de pertença, uma ilusão de importância no ato de julgar outros. É uma espécie de anestesia social: distrai, ocupa, mas não transforma. Alimenta-se da curiosidade mais básica e devolve apenas um espelho baço onde todos parecem iguais — cansados, previsíveis, desligados da própria consciência. E o que diz isto sobre nós? Diz que vivemos num tempo em que observar vidas vazias é mais fácil do que preencher a própria. Diz que a superficialidade ganhou lugar de culto. Diz que o público procur...

O Infinito Escondido no Número π

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  O Infinito Escondido no Número π O número π (pi) é um dos maiores mistérios e fascínios da matemática. Representado pela letra grega π, ele expressa a relação entre a circunferência de um círculo e o seu diâmetro. Não importa o tamanho do círculo — de um átomo a uma galáxia —, essa razão será sempre a mesma: aproximadamente 3,14159... Mas o enigma do π vai muito além dessa definição simples. Ele é um número irracional, o que significa que não pode ser expresso como uma fração exata, e seus dígitos decimais se estendem infinitamente, sem nunca se repetir em um padrão. Até hoje, supercomputadores já calcularam trilhões de casas decimais de π, mas seu “final” jamais será encontrado — porque simplesmente não existe. Outro detalhe intrigante é que, apesar de sua origem geométrica, π aparece em áreas inesperadas: na física quântica, na teoria da relatividade, na probabilidade, nas ondas eletromagnéticas e até na estatística. É como se π fosse uma linguagem secreta do universo, escondid...

Eu e as Inúmeras Almas de Impulsos Cruzados

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 "Vivem em nós inúmeros;   Se penso ou sinto, ignoro   Quem é que pensa ou sente.   Sou somente o lugar   Onde se sente ou pensa.  Tenho mais almas que uma.   Há mais eus do que eu mesmo.   Existo todavia   Indiferente a todos.   Faço-os calar: eu falo.  Os impulsos cruzados   Do que sinto ou não sinto   Disputam em quem sou.   Ignoro-os. Nada ditam   A quem me sei: eu escrevo." 13 - 11 - 1935  Ricardo Reis “Fernando Pessoa, Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis and Bernardo Soares in a Lisbon bar”  Subscrito  Bonani 

Quem somos quando nada mais dura?

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  Vivemos tempos líquidos - dizia Bauman, e essa liquidez não é apenas uma metáfora bonita, mas um diagnóstico do modo como tudo escorre por entre os dedos. Nada mais permanece. Relações, valores, identidades, até os sonhos... tudo se dissolve na velocidade com que deslizamos a tela do celular. A modernidade líquida é o império do instantâneo. O amor precisa ser rápido, o prazer imediato, o sofrimento breve. Somos ensinados a trocar antes de consertar, a seguir em frente antes de compreender, a desejar sem sequer saber o que realmente queremos. E nessa busca por liberdade total, acabamos prisioneiros de um vazio que nos consome em silêncio. Bauman nos alerta: a liquidez prometia leveza, mas trouxe instabilidade. O que antes era chão, hoje é areia movediça. O eu tornou-se um projeto inacabado, constantemente refeito conforme a moda, a opinião ou o algoritmo. A fluidez virou disfarce para o medo - medo do compromisso, da perda, da entrega. Mas talvez a pergunta mais profunda que essa...

Correr no Sentido Anti-horário

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  Você já se perguntou por que os corredores sempre circulam a pista no sentido anti-horário? A razão por trás dessa prática está enraizada na história, na ciência e até mesmo em padrões naturais. Surpreendentemente, nem sempre foi assim. Mais de um século atrás, os atletas corriam na direção oposta — no sentido horário. Nos primeiros Jogos Olímpicos modernos em 1896, realizados em Atenas, eventos como os 200m, 400m e 800m eram todos realizados no sentido horário ao redor da pista. No entanto, os corredores logo começaram a sentir desconforto e até mesmo dor ao correr nessa direção. Alguns atletas relataram tensão em certos músculos e articulações, principalmente na perna esquerda, que foi forçada a fazer mais trabalho em corridas no sentido horário. Em resposta a essas preocupações, as autoridades atléticas tomaram medidas. Por volta de 1913, eles determinaram oficialmente que os eventos de pista seriam realizados no sentido anti-horário. Essa mudança rapidamente se tornou o novo ...

A genialidade não percebida

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Ele tinha dez anos. Chamava-se Joseph Brodsky e frequentava a escola na pacata cidade de Polyany, na Rússia. Ele a achava sufocante, enfadonha. O que nos recorda o personagem criado por Maurice Druon, Tistu. Ele aprendera as primeiras letras, as somas, subtrações e divisões com sua mãe. Quando o mandaram para a escola, o resultado foi lamentável. Quando começava o lento desfile das letras que caminham a passo pelo quadro-negro, quando começava a se desenrolar a monótona corrente dos três vezes três, cinco vezes cinco, sete vezes sete, ele caía no mais profundo sono. Tistu colecionou muitos zeros, recebeu reprimendas de toda ordem. Nada pareceu adiantar. Desistindo daquele aluno, o professor enviou uma carta ao pai: O seu filho não é como todo mundo, não é possível conservá-lo na escola. Para Joseph, o relatório escolar foi mais contundente. Foi qualificado como teimoso, preguiçoso e mal-educado. Não fazia os deveres de casa ou os fazia de qualquer jeito. Seus cadernos foram considerado...

Bob Fletcher. Uma história incrível de compaixão.

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  Enquanto os vizinhos eram levados para campos de concentração, ele cuidava das fazendas deles de graça, guardava seus lucros e enfrentava ameaças de morte. Quando voltaram, encontraram os pomares florescendo. Em 1942, os trens começaram a deixar os vales da Califórnia, levando milhares de famílias nipo-americanas para campos cercados por arame farpado sob a Ordem Executiva 9066. As casas foram lacradas. Os pomares silenciaram. Placas nas cercas diziam: “Evacuação Concluída.” Bob Fletcher, um jovem inspetor agrícola em Florin — uma pequena cidade ao sul de Sacramento —, ficou parado à beira da estrada vendo seus amigos e vizinhos desaparecerem atrás das cercas. A maioria deles era formada por agricultores — produtores de morangos, frutas e vegetais, descendentes de famílias que cultivavam o solo californiano havia décadas. Seu único “crime” era a ascendência japonesa — num país tomado pelo medo e pelo racismo após Pearl Harbor. Quando suas terras ficaram vazias, o mato começou a e...

Vir a ser. Estar. Lançar-se. Existir.

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  Pensar a vida é pensar o existir — não apenas como biologia, mas como presença no mundo. É pensar a relação com o mundo, o significado de estar aqui, o para quê e o para onde. Essas são as mesmas perguntas que a humanidade sempre carregou, desde o primeiro olhar para o céu. Vir a ser. Estar. Lançar-se. Existir. E nesse intervalo entre o nascer e o morrer, inventamos cultura — essa teia simbólica criada para dar sentido ao que não tem explicação. Porque o sentido não é dado, é criado. Criamos mitos, rituais, narrativas, e nelas depositamos nossos medos e esperanças. Cantamos e dançamos para afastar o medo. Reunimo-nos em torno do fogo para partilhar histórias que nos façam suportar o mistério. Não sabemos de onde viemos, por quê, nem para onde vamos. Sabemos quase tudo sobre tudo — e nada sobre o essencial. Então cobrimos o vazio com informações, saberes, teorias, religiões, ciências. Enchemos a vida de palavras para não escutar o silêncio. Inventamos histórias para acreditar nela...

Lucidez: um ato de resistência!

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Tudo o que dizemos ou fazemos deveria nascer do fogo lento do pensamento, não da pressa que repete. Pensar é lapidar o bruto da experiência até que brilhe em sentido, é arrancar da palavra o seu eco e não apenas o seu som. O mundo, saturado de vozes e fórmulas, parece pedir menos consciência e mais ruído, menos criação e mais reprodução. Mas é precisamente nesse cenário que a lucidez se torna um ato de resistência. A vida, sempre pronta a seduzir-nos com o conforto do comum, convida-nos todos os dias à mesa da mediocridade. Ela oferece recompensas imediatas, elogios fáceis, pertencimentos banais. E, ainda assim, há quem recuse,  não por soberba, mas por fidelidade à chama interior que exige autenticidade. Recusar o convite é afirmar o espírito contra o automatismo, é dar à existência uma réplica à altura de sua grandeza. Pensar é um gesto de nobreza invisível, um modo de transformar o cotidiano em obra e a palavra em testemunho. Quem pensa lapida-se, quem repete dissolve-se. E talv...

Verdade.Linguagem.Conhecimento.

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" Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará"... Evangelho de João 8:32 A verdade completa não se diz. Mesmo nas nossas experiências mais verdadeiras,se assim podemos dizer;nossa linguagem nunca poderá exprimir tudo o que pensamos ,experimentamos ou mesmo sentimos.   "Para Lacan, psicanalista e filósofo francês:nós nunca conseguimos dizer toda a verdade porque tudo o que pensamos e sentimos precisa passar pela linguagem, e a linguagem é limitada. Ela recorta, simplifica e organiza a experiência, mas também deixa escapar algo — aquilo que é vivido mas não totalmente simbolizado. Sendo assim, mesmo quando falamos a verdade, ela é sempre parcial, 'meio-dita'. O que chamamos de 'verdade completa' é estruturalmente impossível de ser expressa, porque o Real — essa dimensão da experiência que não cabe em palavras — sempre excede o que podemos formular. É justamente aí que Lacan encontra algo essencial: no ponto onde a linguagem falha, onde faltam palavras, ...

Teologia e Ciência Fundamental: Uma Possibilidade de Diálogo

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Este ensaio tem como objetivo, ser uma provocação que explora Teologia com Ciência Fundamental, em particular a Física e a Mecânica Quântica. Desde novo convertido, quando da leitura das Escrituras Sagradas(Bíblia); quase sempre me veio à mente uma interpretação menos convencional das que os exegetas evangélicos propunham nas leituras, principalmente as escatológicas, bem como das visões e teofanias encontradas nos textos sagrados.  Por exemplo: os seres híbridos. Essas criaturas aparecem principalmente em Apocalipse 4:6-8 , durante a visão de João sobre o trono de Deus. Eles são chamados de “seres viventes” e têm formas híbridas que misturam elementos de diferentes espécies. Exemplo: Os Quatro Seres Viventes (Apocalipse 4) Primeiro ser : semelhante a um leão Representa força, realeza e majestade. Segundo ser : semelhante a um novilho (boi) Simboliza serviço, sacrifício e poder terreno. Terceiro ser : com rosto de homem Reflete sabedoria, inteligência e consciência. Quarto...