O Crescimento Evangélico no Brasil e o Diabo de Costas Largas



 Todavia, não os encontrando, agarraram Jasom e alguns outros irmãos e os entregaram aos governantes da cidade, exclamando: “Estes que têm causado alvoroço em todo o mundo, agora chegaram também aqui. Atos 17:6

Segundo pesquisas mais recentes,como as do IBGE( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), um em cada quatro brasileiros é evangélico.

Comparando esse dado com o número de cristãos contemporâneos de Paulo, a diferença é absurdamente menor no primeiro século. Entretanto,tais discípulos transtornaram o mundo da época,como foi com Paulo e Silas em Tessalônica.

Causa admiração que: proporcionalmente,o Brasil deveria passar por uma verdadeira revolução social de valores espirituais, pois,em tese,o número de discípulos é infinitamente maior que no tempo dos apóstolos. Porém;o país vive a maior crise no século XXI. Uma profunda crise moral e ética, frequentemente descrita como estrutural e abrangendo diversas esferas da sociedade. Esse período é caracterizado pela revelação de esquemas massivos de corrupção, polarização política e desafios sociais que testam os alicerces democráticos do país. Nesse caso, onde aparentemente a expressão do tecido evangélico é grande, não cabe a desculpa que é assim mesmo. O diabo tem costas largas nesse quesito.

Faz me lembrar o que Spurgeon tão eloquentemente disse: “Tentar a regeneração nacional sem regeneração pessoal é sonhar em erguer uma casa sem tijolos – uma casa no ar e sem tijolos – uma utopia mortal.”

Bispo Bonani



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