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Microquimerismo Fetal

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Toda mãe diz: "Eu carrego meu filho no coração". A ciência descobriu que isso não é apenas poesia, é um fato biológico! O fenômeno do Microquimerismo Fetal: Durante a gestação, algumas células do bebê escapam através da placenta e entram na circulação da mãe. Essas células viajam pelo corpo e se "aposentam" em órgãos vitais da mãe, como o cérebro, pulmões e coração.  O presente eterno: Essas células não morrem depois do parto. Elas podem viver dentro da mãe por décadas! Se você teve um filho há 20 anos, é muito provável que você ainda tenha células vivas dele batendo junto com seu coração ou vivendo nos seus neurônios agora mesmo. Cura: Alguns estudos sugerem que essas células do bebê podem agir como uma "equipe de reparo", migrando para tecidos da mãe que estão machucados para ajudar na cicatrização. Subscrito Bonani

A Pior Prisão!

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Carl Jung disse certa vez que “Todos nós nascemos originais e morremos cópias”. Ao analisar a frase de Jung à luz da contemporaneidade, poderíamos encontrar um enorme problema, uma vez que vivemos em um mundo regido sumariamente pela liberdade. Isto é, o fundamento maior da nossa sociedade é a liberdade, que se ramifica em diversos aspectos, desde o econômico até o comportamental. Entretanto, se olharmos com profundidade, perceberemos que essa estrutura de mundo “livre” existe tão somente no plano teórico e, assim, somos só reprodutores da ordem vigente ou simplesmente cópias, como argumenta Jung. Obviamente, a nossa cosmovisão sofre influências externas, esse é um processo natural. Da mesma maneira que a vida em sociedade necessita de regras a fim de manter o convívio social dentro de certos limites éticos. Sendo assim, pensar no exercício da liberdade como algo ilimitado é impossível, já que todas as coisas possuem o seu contraponto e limitações. Apesar disso, a existência de pontos ...

BELÉM:O NATAL E A NOSSA RENOVO!

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"Mas tu, Belém-Efrata, embora sejas pequena entre os clãs de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens estão no passado distante, em tempos antigos. "   Miquéias 5:2 Neste Natal, minha mensagem para a Renovo, da qual sinto muito amor e prazer de conduzir como Rebanho do Senhor, tem como inspiração a cidade de Belém-Efrata. Foi ali que o primeiro Natal aconteceu. Uma pequena localidade da tribo de Judá, situada em uma região fértil da Palestina. No Novo testamento, Mateus 2: O evangelista cita essa profecia para mostrar que Jesus nasceu em Belém, cumprindo a promessa messiânica. Vou procurar destacar, pelo menos, "quatro verdades" que expressam a relevância do Natal e a Nossa Renovo. São elas: Significância. Provisão. Fecundidade e Crescimento! Quais os parâmetros para a inclusão da Renovo no contexto de Miqueias 5:2? Pensemos juntos sobre esse significante assunto:  1- NATAL E NOSSA RENOVO: "INSIGNIFICANTE - SIGNIFICANTE!...

Meditações Renovo. Luciene: Um Lindo Testemunho!

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Com o coração cheio de gratidão e reverência a Deus, escrevo este texto para agradecer aos irmãos da Igreja Renovo por todas as mensagens, orações, palavras e gestos de amor recebidos ao longo do ano de 2025. Foi um ano que jamais imaginei viver. Um ano marcado pela dor mais profunda da minha vida: a partida do meu esposo, no dia 22 de março. Lutamos muito, caminhamos com fé, esperança e entrega, mas entendemos que o tempo dele aqui na terra se cumpriu naquele dia, segundo a soberania do Senhor. Mesmo em meio à distância física, cada palavra enviada por vocês (irmãos), atravessou fronteiras e chegou até mim aqui no Brasil, em São Paulo, no bairro da Consolação. Chegou como um bálsamo, como abraço, como alimento para minha alma cansada. A Palavra de Deus nos ensina que “assim, como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro” (Provérbios 27:17), e foi exatamente isso que vivi: irmãos fortalecendo irmãos. Houve muitos dias em que acordei com uma tristeza imensa no coraç...

Trinta Reflexões de Bernard Shaw

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 1. O mundo é composto por preguiçosos que querem dinheiro sem trabalhar e tolos que estão dispostos a trabalhar sem enriquecer. 2. A dança é a expressão vertical de um desejo horizontal. 3. O ódio é a vingança de um covarde por seu medo experimentado. 4. Não temos o direito de consumir felicidade sem produzi-la. 5. O marido ideal é aquele que acredita ter a esposa perfeita. 6. Saber suportar a solidão e desfrutar dela é um grande dom. 7. Ser sincero não é perigoso, especialmente se você também for tolo. 8. Às vezes, é preciso fazer as pessoas rirem para distraí-las da intenção de enforcá-lo. 9. O maior pecado em relação ao próximo não é o ódio, mas a indiferença; essa é verdadeiramente a cúspide da desumanidade. 10. As mulheres de alguma forma adivinham com quem estamos dispostos a traí-las. Às vezes, até antes de isso nos passar pela cabeça. 11. Não há mulher que consiga dizer "adeus" em menos de trinta palavras. 12. É mais fácil viver com uma mulher apaixonada do que com u...

"Agnotologia"

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Durante muito tempo, a gente aprendeu que ignorância era só falta de informação. Que bastava ensinar melhor, divulgar mais, explicar com paciência. Esse raciocínio parte de uma ideia confortável: a de que todo mundo erra sem querer. Até que alguém resolveu olhar para o problema por outro ângulo e perguntar o que acontece quando a ignorância não é um acidente, mas um projeto. Foi aí que conheci o trabalho de Robert Proctor, historiador da ciência, professor em Stanford, e o homem que deu nome a esse mecanismo desconfortável chamado agnotologia. Agnotologia é o estudo da produção deliberada da ignorância. Não do erro honesto. Não da dúvida legítima. Mas da ignorância construída com método, dinheiro, estratégia e paciência histórica. Proctor chegou a isso estudando a indústria do tabaco. E aqui vale ser bem didático. Nos anos 1950, a ciência já havia identificado com clareza a relação entre cigarro e câncer de pulmão. O consenso estava se formando. O que a indústria fez não foi negar fron...

“As vésperas de nunca partir que existem dentro de nós” . Alusão a Fernando Pessoa

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 “As vésperas de nunca partir que existem dentro de nós” . Alusão a Fernando Pessoa  Há em nós um instante suspenso, um crepúsculo íntimo que jamais se converte em noite nem em manhã. Não é chegada nem despedida, é o território ambíguo onde o desejo de ir convive com o medo de abandonar aquilo que nos define. Vivemos, muitas vezes, nesse limiar silencioso, como viajantes que arrumam a mala todos os dias e nunca atravessam a porta. Essas vésperas interiores não são feitas de ação, mas de expectativa. Alimentam-se de planos adiados, de promessas feitas a nós mesmos em voz baixa, quase com vergonha. Queremos partir, mas queremos, sobretudo, preservar a imagem de quem seríamos se partíssemos. O gesto nunca realizado torna-se mais puro que qualquer realidade possível, pois não sofre o desgaste do concreto. O sonho intacto parece mais verdadeiro do que a vida tocada. Há, nesse adiamento contínuo, uma forma sutil de autoengano. Convencemo-nos de que a espera é prudência, quando muita...