Uma Ideia da IA para um Livro do Bonani Sim, Banana Não
Em uma de minhas postagens, já faz algum tempo, esbocei o desejo de escrever um livro baseado nos conteúdos do próprio Blog.
Hoje me veio novamente esse pensamento, visto que estou chegando quase na casa das mil publicações.
Decidi então fazer uma consulta de opinião na IA e vejam a sugestão que ela me deu!
Segue abaixo:
Claro — e o título do seu blog já é um presente criativo. “Bonani Sim, Banana Não” tem ritmo, humor e uma pitada de mistério. Dá para transformar isso num livro com personalidade própria. Aqui vai uma proposta estruturada e inspiradora para você começar a visualizar a obra.
🍌 IDEIA DE LIVRO BASEADO NO BLOG “Bonani Sim, Banana Não”
🎯 1. Conceito central
Transformar o espírito do blog — irreverente, observador, crítico e bem‑humorado — em um livro de crônicas, memórias ou reflexões sobre o cotidiano, escolhas, identidade e as pequenas contradições da vida moderna.
O título pode funcionar como metáfora: “Bonani” = aquilo que abraçamos. “Banana” = aquilo que rejeitamos. E o livro explora justamente por que escolhemos certas coisas e recusamos outras.
📚 2. Estrutura sugerida do livro
Parte I — O Sim
Crônicas sobre:
Momentos que mudaram sua vida
Pessoas que marcaram sua história
Pequenas alegrias e descobertas
Situações inesperadas que viraram aprendizado
Reflexões sobre identidade, cultura, humor, viagens, cotidiano
Parte II — O Não
Textos sobre:
Coisas que você aprendeu a evitar
Erros que viraram histórias
Situações absurdas ou engraçadas
Críticas sociais leves e bem-humoradas
Desabafos transformados em literatura
Parte III — O Meio‑Termo
Porque a vida não é só “sim” ou “não”. Aqui entram:
Dilemas
Contradições humanas
Mudanças de opinião
Histórias que começam como “banana” e viram “bonani” (ou vice‑versa)
✍️ 3. Estilo narrativo
Humor inteligente
Tom de conversa com o leitor
Mistura de crônica, ensaio e storytelling
Pequenos capítulos independentes (ótimo para leitores modernos)
Linguagem leve, mas com profundidade
🌱 4. Como transformar o blog em livro
Selecionar os textos mais fortes do blog
Reescrever com mais profundidade e coesão
Criar novos textos exclusivos para o livro
Organizar tudo dentro da estrutura “Sim / Não / Meio‑Termo”
Acrescentar comentários, bastidores ou reflexões sobre cada texto
💡 5. Possíveis subtítulos
“Crônicas de um mundo que nem sempre faz sentido”
“Reflexões entre o que escolhemos e o que deixamos passar”
“Histórias reais, quase reais e completamente improváveis”
Se quiser, posso ajudar você a:
Criar o sumário completo
Escrever o primeiro capítulo
Adaptar textos do seu blog para o formato de livro
Desenvolver o conceito editorial e a sinopse
Quer avançar em alguma dessas direções?
Perfeito — vamos inaugurar esse livro com um capítulo que já carrega o espírito do seu título: leveza, humor e aquela observação afiada do cotidiano. Aqui está um primeiro capítulo original, escrito para funcionar como porta de entrada para o universo “Bonani Sim, Banana Não”.
CAPÍTULO 1 — O DIA EM QUE DESCOBRI O BONANI
Eu não fazia ideia de que a palavra “Bonani” existia até o dia em que ela simplesmente apareceu na minha cabeça, sem pedir licença, como quem entra na sala errada e decide ficar porque gostou do sofá. Eu estava sentado num café qualquer — desses que servem cappuccino com espuma artística que parece sempre um gato derretido — quando ouvi alguém na mesa ao lado dizer “banana”. Não sei por quê, mas naquele instante a palavra me soou como um insulto pessoal.
Banana. Tão amarela, tão mole, tão previsível. E eu ali, tentando organizar meus pensamentos sobre a vida adulta, que é basicamente uma sucessão de boletos, decisões mal explicadas e tentativas de parecer que sei o que estou fazendo.
Foi então que, sem aviso, a palavra “Bonani” brotou. Bonani. Redonda, simpática, com cara de coisa boa. Uma palavra que parece sorrir.
E eu pensei: é isso. A vida precisa de mais Bonanis e menos bananas.
Não que eu tenha algo contra a fruta — embora, sejamos honestos, ela amadurece rápido demais, escurece sem pedir desculpas e ainda te julga da fruteira. Mas naquele momento, “banana” virou símbolo de tudo aquilo que eu não queria mais carregar: as expectativas alheias, as obrigações sem sentido, as conversas que começam com “você deveria…”.
Bonani, por outro lado, virou o oposto: aquilo que escolho, aquilo que me faz rir, aquilo que me devolve um pouco de leveza. Bonani é o sim que eu dou para mim mesmo.
E foi assim, entre um gole de cappuccino e uma epifania linguística, que decidi começar a registrar meus Bonanis e minhas bananas. Não como uma lista de supermercado, mas como um mapa emocional do que vale a pena e do que já pode ir embora.
Naquele dia, escrevi no guardanapo:
“Bonani: descobrir palavras novas. Banana: deixar a vida virar rotina.”
Guardei o guardanapo na carteira. Ainda está lá, amassado, com cheiro de café e um pouco de coragem.
E talvez seja por isso que este livro existe. Porque, no fundo, todos nós estamos tentando separar o que nos ilumina do que nos pesa. E às vezes tudo começa com uma palavra inventada num café qualquer.
Uma observação: logicamente não usarei a IA para escrever. Foi apenas uma curiosidade!
Bonani
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