O AREOPAGITA - "MULTIVERSOS E A TEOLOGIA PAULINA DE ROMANOS 8:28-29 e EFÉSIOS 6:12"

 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
...pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais...

"Universos Paralelos Em Colisão Podem Explicar a Esquisitice Quântica"

A noção de que o nosso universo pode ser só mais um em uma série de universos paralelos infinitos – alguns muito parecidos, outros absurdamente diferentes – tem cativado os corações e mentes de muitos fãs de ficção científica. Um multiverso ramificado, objetos que existem em dois lugares ao mesmo, luz que se comporta como partículas e ondas – estas são algumas das esquisitas facetas da realidade trazidas a nós pela mecânica quântica.
Mas universos paralelos tem uma posição especial nesta lista. De fato, eles podem ser a origem de toda a esquisitice quântica. Em um artigo publicado na semana passada no periódico Physical Review X, o físico quântico Howard Wiseman e seus colegas lançam as bases de sua nova teoria de “muitos mundos interagindo”.
Nesta nova abordagem da física quântica, cada mundo individual é regido pelas clássicas mecânicas Newtonianas. E todo aquele comportamento quântico? Resultado de diferentes mundos se colidindo.
Esta teoria é de gritante contraste com a interpretação de “muitos mundos” tradicional da mecânica quântica, que é mais ou menos assim: existem um monte de realidades paralelas por aí, e toda vez que um evento é observado em uma delas, aquele universo se ramifica para gerar um sem fim de novas realidade, uma para cada resultado possível da observação. Este processo de universos que geram universos se repete ad infinitum.

TODOS OS OUTROS MUNDOS SÃO TÃO REAIS QUANTO O NOSSO, E TODOS ELES EXISTEM DESDE O COMEÇO DO TEMPO

Vários aspectos da teoria de muitos mundos são preocupantes. Em primeiro lugar, ela não define exatamente quando uma observação acontece, impossibilitando saber quantos mundos de fato existem. Em segundo, “resultados” observacionais diferentes tem diferentes probabilidades: todos os mundos são reais, mas uns mais reais que outros. Se isto soa confuso, fique tranquilo, você está em boa companhia.
“O problema com essa interpretação de muitos mundos é que ela é vaga”, afirmou Wiseman. “Basicamente, não temos como contar o número de mundos existentes a qualquer ponto do tempo. O que dificulta a conciliação com a afirmação de que estes mundos são reais.”
Já a teoria de “muitos mundos interagindo” propõe um número fixo, porém gigantesco, de universos.
“Em nossa teoria, todos os outros mundos são tão reais quanto o nosso, e todos eles existem desde o começo do tempo”, disse Wiseman. “O mistério é determinar em que mundo vivemos.”
Alguns destes universos são nossos vizinhos cósmicos – eles são quase idênticos ao nosso até mesmo na posição de cada partícula. De acordo com a teoria de Wiseman, há uma espécie de força resistente entre estes vizinhos que é a responsável por todos os fenômenos quânticos.
Esta palestra discute algumas das possíveis ramificações destes universos se chocando.
“A mecânica quântica sempre foi enigma por conta da forma sutil porém profunda como se distancia das mecânicas Newtonianas”, escreveu Wiseman, na semana passada. “Que este afastamento possa ser fruto de uma interação delicada entre mundos essencialmente Newtonianos com mundos paralelos ‘próximos’ mostra-se uma solução completamente nova para o mistério quântico”.
Se isso não é o bastante pra te fazer perder o sono, adicione aí o fato de que a força interativa entre os universos é diferente de tudo que os físicos já viram na vida. A maioria das forças em nossa experiência ocorrem entre dois corpos discretos: a interação gravitacional entre a Terra e a lua, por exemplo. Mas na teoria de Wiseman, estas forças existem entre clusters de universos, e elas não podem ser decompostas a nível individual, de interação entre dois corpos.
“Esta força só existe quando os universos estão próximos no... Bem, qualquer espaço paralelo em que o universo exista”, disse-me Wiseman.
Caso esteja correta, a teoria implicaria que a onerosa “função de onda” – uma complexa fórmula matemática desenvolvida por físicos quânticos para descrever as interações entre partículas diminutas - não é um componente fundamental da realidade. (Em uma revelação relacionada interessante, pesquisadores da Universidade Brown recentemente destruíram uma função de onda quântica.)

O CONCEITO DE INTERAÇÃO COM OUTROS UNIVERSOS NÃO MAIS É FANTASIA

Caso a teoria prove-se verdadeira, isso implicaria também que conclusões amplamente aceitas com base no princípio da incerteza de Heisenberg – de que a velocidade e posição de uma partícula nunca podem ser sabidas simultaneamente – possuem uma falha fatal.
“Em termos operacionais, o princípio da incerteza de Heisenberg segue válido em nossa teoria. Nunca temos como verificar a velocidade e posição de uma partícula ao mesmo tempo”, declarou Wiseman. “Mas a dedução a partir dali, de que as partículas não possuem posições e velocidades definidas, é que está incorreta.”
Nós só não temos como medir estas posições e velocidades definidas, porque um monte de outros universos vive esbarrando no nosso. Babacas.
Há diversas outras interpretações rivais no mundo da mecânica quântica, e esta com certeza evocará oposição por parte de outras facções na comunidade científica. Mas Wiseman está otimista de que os outros possam ser convencidos a levar o conceito de sua equipe a sério. E por um bom motivo: a teoria já foi capaz de reproduzir características comuns da mecânica quântica, incluindo o experimento de fenda dupla, que geralmente é realizado para demonstrar que a luz pode se comportar tanto como onda ou partícula.
Então a pergunta que está na cabeça de todos é a seguinte: se os universos paralelos não são tão paralelos assim no final das contas, será que nós, seres macroscópicos, um dia poderemos interagir com outros universos em nossa vizinhança?
“Não faz parte de nossa teoria”, disse Wiseman. “Mas se existe uma força entre universos paralelos, você pode começar a imaginar, e se aquela força não for exatamente como a descrevemos? O conceito de interação com outros universos não mais é fantasia.”(Extraido)
MADDIE STONE

BONANI

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